quinta-feira, abril 12, 2007

Para a minha Titi, que agora está tão longe, perdida nos encantos da Gorongosa sabe-se lá até quando.... pf

tanzânia^2002

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

um amore levezinho :)

cabo verde^2004

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Hoje ao almoço, enquanto olhava para toda a gente a comer salada, e eu sem a poder comer, e carregadinha de saudades, lembrei-me que há 10 anos, no Nepal, olhava para o menu de um restaurantezito mto cosmopolia da baixa de Katmandu e via: "Portuguese Salad" - claro que me apressei a perguntar como era a salada portuguesa, ao que o senhor me respondeu que era com ovos crus.
" Ah!, em Portugal as pessoas comem ovos crus??"
" Sim! Sim!"

:)

terça-feira, fevereiro 13, 2007


portugal^1972

sexta-feira, fevereiro 02, 2007


portugal^2007

quarta-feira, janeiro 31, 2007

à chegada às ilhas, depois de 15 dias sentados no paredão a dizerem uns para os outros "puta que pariu... :|", qualquer grupo de forasteiros parece feliz.


portugal^2004

quarta-feira, janeiro 24, 2007


portugal^2006

segunda-feira, dezembro 11, 2006

quarta-feira, dezembro 06, 2006

apontamento indiano, agora para esta época pré-natalicia
porque me lembrei :)

quinta-feira, novembro 30, 2006

Que não se iludam os viajantes mais distraídos: esta blogueira não deixou de viajar!
Na realidade embarcou na aventura mais demorada e desplaneada de sempre, que pode ser mais ou menos seguida noutro sítio :)
pregnancy

sexta-feira, setembro 22, 2006

:D que repasto!

açores, terceira^2006

sexta-feira, setembro 08, 2006


açores, faial^2006

quinta-feira, setembro 07, 2006

(...) entrámos e comprámos e comemos: a cabeça baixa fita nas bandejas, envergonhadíssimos do nosso descontrolo, evitando a culpa nos olhos um do outro.
Mas estava a saber-nos tão bem, porra, comprámos mais: o estômago parecia abrir-se á carne como o mar ao profeta. O meu amor arrotou, eu respondi «saúde» e um fio de riso começou a sacudir-lhe os músculos, a sacudir-me os músculos, nós de boca cheia cada vez mais ridentes, agora cómicos por causa roxidão dos engasganços; e pouco depois chegaram sem retorno as gargalhadas sonoras, abertas, javardas, os comensais do lado «olha os maluquinhos», mas a rir também e a fazer rir os próximos, peças de dominós caindo umas sobre as outras; e havia já quem se rebolasse nos ladrilhos, empregados que batiam os MacBonés no balcão, cáries expostas, lábios escorrendo ketchup como sangue de hemorragias internas e perdigotos de bolos alimentares insolúveis cruzando o espaço.
Saímos para a rua com os rins doridos e, enquanto vomitávamos na sarjeta, ocorreu-nos ir ao pinhal recuperar a muleta de alumínio lacado. Achámo-la logo à primeira – lembrávamo-nos muito bem do sítio –; e, ainda excêntricos dos últimos acontecimentos, quisemos ter uma hora sexual contra um pinheiro. Dele, baloiçando brutamente às minhas brutas investidas, soltou-se uma pinha sobre a nuca do meu amor. «Ai», protestou – e ocorreu-me logo a anedota da formiga e do elefante: «dói, não dói?» (meu deus, quanto riso há dentro de uma pessoa?, que não sei onde fomos buscar mais aquela dose).

António Gregório

linglaterra^2005

quarta-feira, setembro 06, 2006


açores, s.miguel^2006

sexta-feira, setembro 01, 2006


portugal^2006

sexta-feira, agosto 25, 2006


açores, s.jorge^2006

quarta-feira, agosto 23, 2006


açores, s.jorge^2006

terça-feira, agosto 22, 2006

As férias de praia são, se tudo corre bem, eu depois do jantar debulhando peles mortas das costas do meu amor e o meu amor debulhando o mesmo das minhas, tal e qual o meu avô fazia à minha avó, o meu pai à minha mãe – e quantos prelúdios de horas sexuais felizes, por mais nojento que me seja imaginá-las nos velhos, houve naqueles gestos?
Oh, mas nada cai do céu, só o sol, e ainda assim é preciso apanhá-lo, que a pele é teimosa e não debulha logo à primeira: portanto não me venham com merdas sobre evitar exposições demoradas, sobre usar protectores solares, que o cancro de pele é, aposto, uma invenção novo-riquista trazida de França pelos nossos emigrantes, mais a porcaria dos rebuçados e dos chocolates – se nunca antes dos anos oitenta ouvira falar no assunto.
Não me venham com merdas, dizia eu – mas vieram: O Grande Dermatologista invadiu a areia encabeçando os banheiros que sistematicamente, durante os primeiros dias, nos expulsaram do sono e do sol das duas da tarde a murro e pontapé, bradando raivosos que viéssemos, ao invés, pela madrugada ou ao lusco-fusco. Tem algum jeito?
Descobrimos então, quase ao acaso, nos arredores dali, uma praia secreta onde se podia trabalhar em paz para a debulha. Era um areal de tamanho modesto – claro, ou lá se ia o secretismo –, mas de composição belíssima: corpos vermelhos estendidos à torreira mais intensa, como camarões gigantes, o murmurinho amoral do mar sem bandeiras e um ou outro gemido de carnes acesas que sem querer se tocaram. (...)

António Gregório

portugal^2005

sexta-feira, agosto 18, 2006

PETISCOS :)~

Bolo Lêvedo:
1 Kg de farinha de trigo
300g de açúcar
4 ovos
1 l de leite
1 colher de chá de sal
1 colher de sopa de fermento de padeiro
3 colheres de sopa de margarina


Queijadas de Vila Franca do Campo:
Para a massa:
250 g de farinha
3 gemas pequenas ou 1 ovo inteiro
meia colher de sopa de banha
1 colher de sopa rasa de manteiga
1 colher de sobremesa de açúcar
sal
Para o recheio:
2 litros de leite cru
coalho
6 gemas
1 clara
250 g de açúcar
1 colher de chá de manteiga
1 colher de sopa rasa de farinha
açúcar em pó (açúcar inglês ou de confeiteiro)



açores, s. miguel^2006

quinta-feira, agosto 17, 2006

migalhas a patos.

açores, terceira^2006